sexta-feira, 19 de abril de 2013

Inveja

Os homens são Espíritos destinados à Angelitude.
Foram criados simples e ignorantes e gradualmente desenvolvem suas potencialidades e virtudes.
Por muito tempo viveram os instintos em sua plenitude.
Atualmente, deixam de forma paulatina a vida instintiva e pautam seu atuar pela razão.
No lento processo evolutivo, alguns antigos vícios perdem sua força.
Em seu lugar, algumas novas virtudes vicejam.
É no trato com os semelhantes que o homem toma contato com sua realidade espiritual.
Os embates do dia-a-dia tornam possível ao ser humano perceber suas fraquezas.
Ciente delas pode dedicar-se ao seu combate.
Uma das fissuras morais bastante comuns na Humanidade atual é a inveja.
São Tomás de Aquino definiu esse vício como a tristeza que se tem em relação às coisas boas dos outros.
O invejoso simplesmente se sente mal porque o próximo tem sucesso.
Não há necessidade de que algo lhe falte.
Ele apenas se considera diminuído com a grandeza alheia.
Na realidade, por vezes se perdoa ao semelhante mais facilmente um erro do que um acerto.
É mais fácil auxiliar quem cai do que suportar a vitória do outro.
Ante a fome e a enfermidade, não tardam mãos que auxiliam.
Os benfeitores, sob o prisma material, sempre ocupam lugar de realce.
O auxílio aos miseráveis pode propiciar, de algum modo, a satisfação da vaidade.
Bem mais difícil é ser feliz com a felicidade alheia.
Perante alguém que vence na vida, a animosidade com freqüência torna-se acirrada.
Não faltam fiscais e acusadores de alguém que sempre obtém algum sucesso.
Muitas vezes ouvimos a respeito de quem enriquece: Deve estar roubando!
Na escola, o aluno que obtém boas notas não raramente é objeto de maldosas observações.
Ele ganha apelidos grosseiros e sofre comentários pouco generosos.
Comenta-se que cola e que goza de favoritismos.
A inveja está muito presente em nossa sociedade.
A vontade de apontar os defeitos alheios é um indicativo desse vício em nós.
Trata-se de uma fissura moral bastante freqüente e reveladora de grande mesquinharia.
Prestemos atenção em nosso comportamento.
Apliquemos firmemente a vontade em alijar de nosso íntimo esse triste defeito.
Ser caridoso não é apenas amparar a miséria.
Ser feliz com a felicidade alheia também é uma forma de caridade cristã.
Valorizemos as conquistas e as virtudes dos outros.
Somos todos companheiros na imensa jornada da vida.
O clima psíquico da Terra é fruto da soma da vibração de todas as criaturas que nela habitam.
Todos os homens têm a ganhar com a felicidade dos semelhantes.
Quando alguém se eleva, com ele se ergue toda a Humanidade.
Quando alguém cai, é prejuízo na economia moral do planeta.
Alegremo-nos com as vitórias de nossos irmãos.
Ao vencerem, eles não nos tiram nada.
Muitas vezes dão preciosos exemplos, que podemos seguir.
Sejamos solidários nas dificuldades do próximo.
Mas participemos também, sinceramente, de seus júbilos.

A dor em nossas vidas

Você já parou para pensar na razão da existência da dor, do sofrimento, em nossas vidas?
Talvez num daqueles momentos de extrema angústia, em que o coração parece apertar forte, você tenha pensado em Deus, na vida, e gritado intimamente: por quê?!
Os benfeitores espirituais vem nos esclarecer que a dor é uma lei de equilíbrio e educação.
Léon Denis, reconhecido escritor francês, em sua obra "O Problema do Ser, do Destino e da Dor", esclarece que o gênio não é somente o resultado de trabalhos seculares; é também a apoteose, a coroação de sofrimento.
De Homero a Dante, a Camões, a Tasso, a Milton, todos os grandes homens, como eles, têm sofrido.
A dor fez-lhes vibrar a alma, inspirou-lhes a nobreza dos sentimentos, a intensidade da emoção que souberam traduzir com os acentos do gênio, e que os imortalizou.
É na dor que mais sobressaem os cânticos da alma.
Quando ela atinge as profundezas do ser, faz de lá saírem os gritos sinceros, os poderosos apelos que comovem e arrastam as multidões.
Dá-se o mesmo com todos os heróis, com todas as pessoas de grande caráter, com os corações generosos, com os espíritos mais eminentes. Sua elevação mede-se pela soma dos sofrimentos que passaram.
Ante a dor e a morte, a alma do herói e do mártir revela-se em sua beleza comovedora, em sua grandeza trágica que toca, às vezes, o sublime, e o inunda de uma luz inapagável.
A história do mundo não é outra coisa mais que a sagração do espírito pela dor. Sem ela, não pode haver virtude completa, nem glória imperecível.
Se, nas horas da provação, soubéssemos observar o trabalho interno, a ação misteriosa da dor em nós, em nosso "eu", em nossa consciência, compreenderíamos melhor sua obra sublime de educação e aperfeiçoamento.
A dor é um dos meios de que Deus se utiliza para nos chamar a Si e, ao mesmo tempo, nos tornar mais rapidamente acessíveis à felicidade espiritual, única duradoura.
É, pois, realmente pelo amor que nos tem que Deus envia o sofrimento.
Fere-nos, corrige-nos como a mãe corrige o filho para educá-lo e melhorá-lo; trabalha incessantemente para tornar dóceis, para purificar e embelezar nossas almas, porque elas não podem ser completamente felizes, senão na medida correspondente às suas perfeições.
A todos aqueles que perguntam:
para que serve a dor? A sabedoria divina responde:
para polir a pedra, esculpir o mármore, fundir o vidro, martelar o ferro.
***
A dor física é, em geral, um aviso da natureza, que procura preservar-nos dos excessos. Sem ela, abusaríamos de nossos órgãos até o ponto de os destruirmos antes do tempo.
Quando um mal perigoso se vai insinuando em nós, que aconteceria se não lhes sentíssemos logo os efeitos desagradáveis? Ele nos invadiria cada vez mais, terminando por secar em nós as fontes de vida.
É assim que, em nosso mundo, para o nosso crescimento, a dor ainda se faz necessária.

Não seja escravo...

Não seja escravo do seu passado. Busque novos oceanos, mergulhe fundo, nade para longe da praia. Quando voltar, estará livre de frustrações, carregando um poder que desconhecia. Isso o fará olhar além das montanhas do medo, em direção a um novo presente.

 Ralph W. Emerson

A Proposta

 
Era uma vez um rapaz que ia muito mal na escola. Suas notas e o seu comportamento eram uma decepção para seus pais, que sonhavam em vê-lo formado e bem sucedido.

Um dia, o pai lhe propôs:

- Se você, meu filho, mudar o seu comportamento, se dedicar aos estudos e conseguir ser aprovado no vestibular de Medicina, lhe darei um carro de presente.

Por causa do carro
o rapaz mudou de atitude. Passou a estudar como nunca, e a ter um comportamento exemplar. O pai estava feliz, mas tinha uma preocupação. Sabia que a mudança do rapaz não era fruto de uma conversa sincera, mas apenas do interesse de obter um automóvel. O que não era nada bom.

O rapaz estudou com afinco e aguardou o resultado dos seus esforços. Assim, o grande dia chegou. Fora aprovado no vestibular. Como havia prometido, o pai convidou a família e os amigos para uma festa de comemoração. O rapaz abriu, emocionado, um pacote que o pai lhe dera. Para sua surpresa, o presente era uma Bíblia. O rapaz ficou, visivelmente, decepcionado e nada disse.

A partir daquele dia a distância e o silêncio separaram pai e filho. O jovem sentia-se traído e agora lutava por sua independência. Deixou a casa dos pais e foi morar no Campus Universitário. Raramente mandava notícias à família.

O tempo foi passando, e ele se formou, conseguiu um emprego num bom hospital, e se esqueceu completamente do pai.

Todas as tentativas do pai para reatar os laços foram em vão.

O velho, muito triste com a situação, não resistiu. Faleceu. No enterro, a mãe entregou ao filho, a Bíblia que tinha sido o último presente do pai, e que ele havia deixado para trás.

De volta à sua casa, o rapaz, que nunca perdoara o pai, ao colocar a Bìblia numa estante, notou que havia um envelope dentro dela e, ao abri-lo, encontrou uma carta e um cheque.


A carta dizia:


"Meu filho, sei o quanto você deseja ter um carro. Eu prometi e aqui está o cheque para você comprar um. Escolha aquele que mais lhe agradar. No entanto, fiz questão de lhe dar um presente ainda melhor, a Bíblia Sagrada. Nela aprenderás os ensinamentos de Deus e a fazer o bem, não pelo prazer da recompensa, mas pela gratidão e pelo dever de consciência".

Corroído de remorso, o filho caiu em profundo pranto, não perdoando a si próprio.
Como é triste a vida dos que não sabem perdoar!

Isto leva a erros terríveis e a um fim ainda pior.

Antes que seja tarde, perdoe aquele que você pensa que lhe fez mal.
A vida é muito curta e não podemos perder tempo guardando remorso.

Filhos e nós

Quando os pais recebem nos braços o corpo recém-nascido do filho se enchem de cuidados.
A partir de então, o lar todo se modifica. O casal deixa de pensar em si, com exclusividade, para alongar olhares ao pequeno e frágil ser que lhes veio compor a constelação familiar.
Estrela nascente no firmamento do lar que se amplia, esse ser traz em si promessas e objetivos a alcançar.
É um ser imortal. Antes de ser filho de seus pais, é filho de Deus. É alguém que já jornadeou pela Terra, mais de uma vez, em corpos diversos.
É alguém que traz experiências, virtudes e defeitos, registrados e conquistados ao longo dessas várias passagens pelo planeta.
Assim, enquanto os pais programam o que desejariam para o filho, ele mesmo traz um programa a seguir.
Por vezes, embora os esforços oferecidos pelos genitores, que não medem sacrifícios para pagar a melhor escola, envolvendo em afeto todas as suas ações, os filhos não alcançam o patamar projetado por eles.
Isso não deve, contudo, ser considerado como fracasso da educação, porque a felicidade se apresenta em variada gama de expressões.
Um filho anela e alcança posição social relevante, destaque financeiro, projeção artística ou cultural, política ou religiosa.
Outro se contentará com as pequenas alegrias que se derivam das coisas simples e modestas, experimentando prazeres e auto-realizações que muitos desconhecem.
Outro ainda ambiciona o poder, sob qualquer forma em que se apresente, e lutará para conquistar títulos universitários, destacando-se na tecnologia, na ciência, ansiando pela aquisição da fortuna adinheirada.
Filhos e filhos. Cada um possui a sua própria visão em torno do que seja auto-realização.
Como haverá também aquele que se deixe arrastar pela inutilidade, pela indolência, pelo crime.
Aos pais, cientes das suas responsabilidades, cabe a tarefa de estarem receptivos aos filhos que os busquem, na situação em que se encontrem.
A sua palavra será sempre a da renovação e do entusiasmo, contribuindo com o que possam, para que reencontrem o rumo aqueles que se perderam, ou prossigam os bem-sucedidos.
No entanto, jamais deverão se considerar fracassados porque o filho não atingiu as metas que eles estabeleceram, no seu desvelo e devotamento de pais.
Por maior seja o amor que devotem ao filho, não o poderão impedir de viver as próprias experiências, de atravessar os caminhos que lhe conferirão sabedoria e amadurecimento.
Sofrer porque o filho não alcançou situação privilegiada na Terra é agasalhar culpa.
Devem os pais considerar que ninguém é capaz de ultrapassar os próprios limites. E a vida é feita de inúmeros deles, que vão sendo vencidos a pouco e pouco. Nem sempre nesta vida.
Assim, a consciência do dever retamente cumprido deve oferecer aos pais o discernimento para que compreendam os fracassos ou o sucesso do filho que lhes foi confiado pela Divindade.
* * *
Invista o melhor em seus filhos, confiando em Deus e com essa certeza de que a nossa constelação familiar, à semelhança de um conjunto de astros na imensidão dos céus, é parte importante da galáxia espiritual, sob o comando e afagos do nosso Pai Criador.

Reféns do medo

Na sala de aula, a professora perguntou aos seus alunos: "Do que vocês têm mais medo?"
Depois de um breve e tenso silêncio, um garoto respondeu, um tanto tímido: "Eu tenho medo do escuro".
Outro, falou: "Tenho muito medo do bicho-papão".
Medo da morte, medo de altura, medo de ser esquecido pelos pais na escola...
Vários medos foram confessados e anotados pela sábia professora, que desejava libertar os pequenos do sofrimento gerado pelo medo, através do uso da razão.
Por fim, uma garotinha disse, com ar de assustada: "tenho muito medo do malamém, que é um monstro muito perigoso..."
"E você já viu esse monstro? Perguntou, interessada, a professora.
"Nunca vi, mas é um monstro tão perigoso que minha mãe pede todos os dias a Deus que nos livre dele", esclareceu a menina.
E concluiu: "minha mãe sempre pede a Deus no fim da sua oração: ... E livrai-nos do malamém."
Não é preciso refletir muito para entender a situação daquela criança com relação ao medo do monstro, criado pela sua imaginação.
O medo era tão tirano que ela nunca ousou confessá-lo à mãe.
Um medo terrível de algo que nunca existiu.
Mas será que somente as crianças têm medo do que desconhecem?
Certamente não.
A ignorância tem sido, desde todos os tempos, a grande responsável pelo terror imposto pelo medo.
O desconhecido gera medos inconfessáveis, em pessoas de todas as idades.
Mas como podemos ter tanto medo do desconhecido?
Isso ocorre justamente porque os monstros criados pela imaginação geralmente são mais terríveis do que os reais.
O medo da morte é um exemplo disso.
O medo do inferno também tem feito reféns.
O juízo final é outro tirano que atemoriza muita gente.
Todos esses temores são frutos da ignorância, não há dúvida.
Existem pessoas que têm medo do futuro, medo da solidão, medo de sentir medo, e por aí vai...
Enquanto a razão não lançar suas luzes sobre essas questões, o medo continuará a infelicitar os indivíduos, fazendo-os reféns da própria ignorância.
Jesus tinha razão ao afirmar que o conhecimento da verdade nos libertará.
O conhecimento é diferente de crença. A crença é sempre cega, vazia de certezas.
Para crer em algo não é preciso conhecer, basta acreditar. Mas a convicção só se adquire através do conhecimento.
Conhecimento que gera a fé inabalável. Fé que encara a razão face a face, sem hesitar, em todas as situações.
Assim sendo, vale a pena envidar esforços para libertar-nos dos medos, buscando lançar luz sobre o que a ignorância oculta.
Importante libertar nossas crianças, muitas delas reféns de monstros imaginários terríveis, dialogando com elas sobre seus medos.
É preciso considerar que o medo é o pior de todos os monstros, e precisa ser aniquilado com urgência.
É preciso clarear os caminhos escuros da ignorância com a luz do conhecimento, para que o medo bata em retirada...
Como asseverou o grande filósofo grego, Sócrates: "Há apenas um bem: o conhecimento; e um mal: a ignorância".
Sócrates foi o precursor das idéias cristãs, e, como Jesus, também foi vítima da ignorância de seus contemporâneos.
Pensemos nisso e busquemos, com vontade firme, conhecer as leis que regem a vida!
Só assim seremos verdadeiramente livres de todos os medos que tanto nos infelicitam.

Fidelidade e interesses

Era uma vez um jovem que recebeu do rei a tarefa de levar uma mensagem e alguns diamantes a outro rei de uma terra distante.
Recebeu também o melhor cavalo do reino para carregá-lo na jornada.
Cuida do mais importante e cumprirás a missão! Disse o soberano ao se despedir.
Assim, o jovem preparou o seu alforje. Escondeu a mensagem na bainha da calça e colocou as pedras numa bolsa de couro amarrada na cintura, por baixo das vestes.
Pela manhã, bem cedo, sumiu no horizonte. E não pensava sequer em falhar. Queria que todo o reino soubesse que era um nobre e valente rapaz, pronto para desposar a princesa. Aliás, esse era o seu sonho e parecia que a princesa correspondia às suas esperanças.
Para cumprir rapidamente sua tarefa, por vezes deixava a estrada e pegava atalhos que sacrificavam sua montaria. Dessa forma, exigia o máximo do animal. Quando parava em uma estalagem, deixava o cavalo ao relento, não lhe tirava a sela nem a carga, tampouco se preocupava em lhe dar de beber ou comer.
Assim, meu jovem, acabas perdendo o animal, disse alguém.
Não me importo, respondeu ele. Tenho dinheiro. Se este morrer, compro outro. Nenhuma falta fará!
Com o passar dos dias e sob tamanho esforço, o pobre animal não suportou mais os maus tratos e caiu morto na estrada. O jovem simplesmente o amaldiçoou e seguiu o caminho a pé. Mas como naquela região havia poucas fazendas e eram muito distantes uma das outras, em poucas horas o moço se deu conta da falta que lhe fazia o animal.
Estava exausto e sedento. Já tinha deixado pelo caminho toda a tralha, com exceção das pedras, pois lembrava da recomendação do rei: "cuida do mais importante!" Seu passo se tornou curto e lento e as paradas, freqüentes e longas.
Como sabia que poderia cair a qualquer momento e temendo ser assaltado, escondeu as pedras no salto de sua bota.
Mais tarde, caiu exausto no pó da estrada onde ficou desacordado por longo tempo. No entanto, uma caravana de mercadores que seguia viagem para o seu reino, o encontrou e cuidou dele.
Quando o jovem recobrou os sentidos, estava de volta em sua cidade. Imediatamente foi ter com o rei para contar o que havia acontecido e sem remorso jogou toda a culpa do insucesso no cavalo "fraco e doente" que recebera.
Porém, majestade, conforme me recomendaste, "cuida do mais importante", aqui estão as pedras que me confiaste. Devolvo-as a ti. Não perdi uma sequer.
O rei as recebeu de suas mãos com tristeza e o despediu, mostrando completa frieza diante de seus argumentos.
Abatido, o jovem deixou o palácio arrasado. Em casa, ao tirar a roupa suja, encontrou na bainha da calça a mensagem do rei, que dizia: "Ao meu irmão, rei da terra do norte! O jovem que te envio é candidato a casar com minha filha. Esta jornada é uma prova. Dei a ele alguns diamantes e um bom cavalo.
Recomendei que cuidasse do mais importante. Faz-me, portanto, este grande favor e verifica o estado do cavalo. Se o animal estiver forte e viçoso, saberei que o jovem é fiel e sabe reconhecer quem o auxilia na jornada.
Se, porém, perder o animal e apenas guardar as pedras, não será um bom marido nem rei, pois terá olhos apenas para o tesouro do reino e não dará importância à rainha nem àqueles que o servem".
Pense nisso!
Saber reconhecer aqueles que verdadeiramente nos auxiliam no dia-a-dia é, sem dúvida, um grande desafio para muitos de nós.
Dar valor aos empregados domésticos que estão sempre à disposição para nos atender prontamente, e que, por vezes, adivinham até nossos pensamentos e gostos.
Reconhecer o valor dos familiares, que se constituem em verdadeiros sustentáculos nas horas difíceis que às vezes chegam.
Ser fiel aos amigos sinceros que caminham conosco e até dividem o peso da nossa cruz, para nos aliviar os ombros a fim de que recobremos as forças.
Agindo assim, estaremos realmente cuidando do mais importante, que são esses diamantes raros que não têm preço e que ladrão nenhum tem interesse em nos roubar.
Pense nisso!